É possível captar alunos pelas mídias sociais.

Caros mantenedores, gestores e analistas, saibam que já é possível captar alunos por meio das mídias sociais. Não estamos mais em 2009, quando o Facebook era uma novidade, ou em 2012, quando uma boa parte dos profissionais – inclusive eu – afirmavam que mídias sociais deveriam ser tratadas como um canal de relacionamento puro, voltado ao branding e à construção de boa reputação, e que falar em “venda” junto à comunidade digital era praticamente um pecado estratégico.

Estamos em 2016. A inteligência proporcionada pela mensuração de dados extraídos das mídias sociais deve ser utilizada para o alcance de resultados financeiros. Resultados financeiros em uma instituição de ensino superior privada vêm em grande parte dos indicadores de performance de captação e retenção de alunos.

Sem alunos não há salário para professores, analistas, coordenadores, gestores e executivos. Sem alunos não há, também, investimentos em infraestrutura e pesquisa, expansão de campi, compra de acervo para a biblioteca, etc.

Tudo isso vocês já sabem. Elaboram estratégias, contratam profissionais do mercado, agências, pesquisas e consultorias, visando o aumento de alunos. Profissionais que demonstram resultados positivos são constantemente observados pelas diretorias de recursos humanos. Além disso, IES privadas investem em cursos e capacitações para que seus executivos se tornem profissionais capazes de enfrentar este momento difícil pelo qual o Brasil está passando.

Estamos em 2016. O cenário atual é bastante desafiador. Os patamares de conversão de inscritos em matriculados são semelhantes aos de 5 ou 6 anos atrás. Estou errado? Poucas foram as IES privadas que bateram suas metas no intake 2016.1, e poucas as atingirão ao término do intake 2016.2.

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O que vem sendo feito de diferente para que a crise seja driblada? Acredito que o investimento em televisão, mídias out of home, jornais, rádios, panfletagem e eventos continuem no radar da maioria dos estrategistas. “Aumente a carga de SMS” pode dizer um; “Vamos colocar mais Televisão na semana final de inscrição”; “Os e-mails ficaram prontos? Temos que avisar a todos que as inscrições foram prorrogadas”; “Vamos colocar mais dinheiro do Google e aumentar o número de palavras-chave para melhorarmos nossa posição na ferramenta de busca”.

São estratégias necessárias? Sim, bastante. É preciso continuar investindo nelas. Mas não são as únicas.

Afinal, a não ser nas ocasiões em que a justiça brasileira tirou o Whatsapp do ar, com que frequência você envia SMS para seus amigos ou familiares? Foram quantas as vezes em que você decidiu realizar uma compra por conta de um SMS recebido? Quando uma empresa envia um SMS para você e ainda restam dúvidas, se você responder ao SMS, a empresa responderá de volta?

Quando um candidato decide chamar a IES para uma conversa – principalmente para perguntar sobre cursos, mensalidades, localização, financiamento, etc., ele espera espera receber as informações e não ser encaminhado para uma central de atendimento ou um site. Se ele quisesse falar ao telefone, certamente teria procurado o número e teria ligado, ou então, se quisesse obter as informações pelo site, teria entrado lá e consumido a informação. Entender isso já é um bom começo para captar e reter alunos pelas mídias sociais.

Continuemos. Quando um candidato faz perguntas, também permite que o analista faça perguntas a ele. Este é o momento em que sua IES pode começar a realizar uma venda estratégica, um a um, em uma conversa, exatamente no horário em que o candidato se dispôs a conversar com sua fanpage e não em um horário programado de e-mails, disparo de SMS ou fila de ligação do call center. Seu analista terá toda a atenção dele por alguns instantes e este tempo durará mais de acordo com a desenrolar da conversa. É importante que o encerramento de uma conversa termine com um agendamento para um novo contato e com a obtenção de dados que comporão um lead qualificado – nome, e-mail, telefone, CPF e anotações.

As IES já produzem folders e impressos (para equipes de panfletagem), sites e hotsites (para a internet), e-mails (para CRM, ferramentas de disparo ou Inbound Marketing) e vídeos (para apresentações, eventos, palestras e Youtube).

Custa muito pouco produzir conteúdos específicos para que um analista de mídias sociais tenha seus próprios materiais para contornar objeções ou prover informações, a fim de manter o lead em seu funil de conversão. Desta forma, ao invés de encaminhar o candidato para o 0800 ou para o site, arriscando perder contato com ele, é possível cadastrar estes conteúdos no Planeta Y e fazer uma gestão mais eficaz das oportunidades de captação que vieram das mídias sociais. O sistema se encarrega de enviar um link diretamente no inbox do candidato que, ao clicar, é convidado a preencher 3 ou 4 informações antes de ter o acesso ao conteúdo específico que necessita. Assim, atendemos o candidato no mesmo canal, sem o risco de perde-lo, colocando-o em uma régua de relacionamento para que o analista o conduza até a inscrição do processo seletivo ou para a automação de marketing. Esse conceito de FUNIL SOCIAL é uma inovação exclusiva do Planeta Y.

E no que isso se relaciona com esta pesquisa? Bom, nesta pesquisa mostramos quão diversa é a maturidades das mídias sociais nas instituições de ensino superior brasileiras, sendo esta a maior fonte de informações disponível sobre as redes sociais no mercado educacional privado.

A intenção é relacionar o difícil momento de captação nas IES a uma fonte alternativa, de baixo custo e ainda pouco explorada para geração de leads e conversão de candidatos.

As informações contidas servirão para os insights que visam a melhoria de conteúdo, estratégias de comunicação e relacionamento, além de possibilitar um benchmark entre IES concorrentes.   

Vale ressaltar que comunicação é diferente de relacionamento. A comunicação comunica, informa, entrega informação. O relacionamento é uma via de mão dupla, estabelecida por conversas, perguntas e respostas, one-to-one.

E é nesse contexto que gostaríamos de despertar a consciência de gestores educacionais sobre a capacidade que as mídias sociais tem de influenciar decisões de compra. Existem faculdades que investem R$ 300.000,00 em uma campanha off-line difícil de mensurar resultados, mas não investem R$15.000,00 reais em estratégias de conversão de candidatos nas mídias sociais, que possibilitam aferir seu retorno efetivo.

A pesquisa 600 fanpages de IES privadas, e seus diversos recortes possíveis, mostrará que os mais de 28 milhões de fãs destas IES oferecem um excelente estrato para campanhas de captação, renovação de matrículas, transferidos e graduados em um ambiente, até então, explorado por poucos.

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Espero que essas informações conscientizem gestores educacionais sobre o direcionamento de seus investimentos em suas campanhas de captação.  

Bons estudos e um forte abraço,

MARCUS AQUENATON
CEO – Planeta Y
aquenaton@planetay.com.br
www.planetay.com.br
(31) 99261-4707

PLANETA Y | A ÚNICA FERRAMENTA DE CAPTAÇÃO E RETENÇÃO DE ALUNOS POR MEIO DO RELACIONAMENTO EM MÍDIAS SOCIAIS.

Marcus Aquenaton: CEO – Planeta Y. Durante 15 anos atuei como gestor de marketing e comunicação no Ensino Superior. Passei por diversas universidades. Fiz parte de comitê de estratégia e inovação e palestrei em diversos eventos do mercado educacional brasileiro. Ao longo deste tempo, foram mais de 100 mil novos alunos captados, seja por meio de campanhas de vestibular, seja através de campanhas de relacionamento, do offline e eventos ao online e social media.